que encontrei no canto do meu quarto, embora fosse outro que soltasse o respir.rar profundo, soturno e inquebrável. Já pouco me verga a coluna mais do que quando me esquivo e apanho os rolinhos de penas esquecidas de sob o colchão. Foram taciturnas as noite sem ervilhas, rotundos os sonhos e encaracolada a sugestão de algo que pudesse ser talvez mais, talvez porque já o fora, talvez porque ainda o queira ser.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
pó de estrela
que encontrei no canto do meu quarto, embora fosse outro que soltasse o respir.rar profundo, soturno e inquebrável. Já pouco me verga a coluna mais do que quando me esquivo e apanho os rolinhos de penas esquecidas de sob o colchão. Foram taciturnas as noite sem ervilhas, rotundos os sonhos e encaracolada a sugestão de algo que pudesse ser talvez mais, talvez porque já o fora, talvez porque ainda o queira ser.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Ventos por Constança
vendo-os a preço rasto, seguido apenas pelo pó do chão que nos enche o pulmão e eriça a voz e desafina o pensamento intruso, obtuso, lindo na sua emergência de surgir, bradado, quebrado, reprovado e retorcido na sua insatisfatez, a sua pequenez de miar desajeitado escondido num peito travado a malha de t-shirt serigrafada.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
Lentas lutas
Labutadas em concerto sonante de instrumentos vagueantes e indisciplinados. Sonoras as vozes de quem respinga temas partidos por outros dentes, perdidos noutros ouvidos sem lembrança de passagem nem acumulação. Infindos os momentos de demorada truncação de sentido, intersecção de peneiras, para criar. Aquela fina. Estampa.sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
tizanas e almofadas

Tardes e ventos mornos, janelas e cortinas despregadas. Pacientes dizeres por ouvidos recentes. Festas ternas em carapinhas tenras, soluços curados em copos de água e cantares submersos. Descalços os talentos e os riscares, expostas as missões derradeiras e o contar de um cuco que não se cala, não se amofina com uma história de deitar. Debruçamo-nos sobre pequenos destinos que nos competem. Mas quando, mas quantos, mas quais... que nomes lhe deixaremos ter, que riscos farão nestas testas silvantes essas pequenas moções, essas acomodadas estruturas, essas ligeiras certezas que trazemos nos bolsos e pelas gavetas de cabeceira...
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Colombinas
terça-feira, 18 de novembro de 2008
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