Mostrar mensagens com a etiqueta reflexos personificados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reflexos personificados. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de março de 2011

Troquemos



de pintas
... de riscas, riscados e riscanhados
. Troquemos de meias como quem troca de ideias. Vertamos completos delitos de linguagem atroz, comuniquemos falsas verdades e apenas puras mentiras. Quebremos as ideias de quem as pregou apenas aos peixes. Que de tanto podiam ser mártires num sufoco bexigoso e tépido, arredondado à unidade e despedaçado de rancor. Sejamos breves e criemos novos mitos. Que o que os senhores precisam é de novas lendas. Das que, sem legendas, se requebram na evidência do ser. Pasmado. Atópico. Utópico. Maniganado.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Falta de visão

de revisão ou de sensatez. Tempos passados em embriaguez de ego remoído e sempre convencido da sua singularidade universal. São tempos de reveria, de truques e magia. Escapismo e campismo nas cabeças dos outros, de músicas que passam e se deixam guiar por ondas enredadas em casulo amarrados à cabeça. Para que mais nada entre. Que nenhuma outra ideia nos visite. Que nenhum calafrio nos percorra as costas, que nada deixámos que não mereciam ser deixado. nenhuma confissão vale tanto como uma nova perturbação. Mas turvas são as visões que nos passam pelo seio, pelo pescoço e por baixo da consciência notória. Mente o terjeito do pescoço, que aquiesce à sobriedade e se verga num contemplar de um novo dilema. Se só nós estamos presentes, quem nos adulará?

domingo, 29 de agosto de 2010

Perspectiva

cambista, retardante. Manuseante de consciência flutuável e flottante. Cambios de monedas e manetas despreocupados com a possibilidade de gestão multifacetada. São nossos os momentos de integração e reivindicação de direitos. Sem esquerdas interpolantes nem maneios indecisos. Lindas as que passeiam o corpo da questão em triunfos luminosos, rescaldos caídos no passeio, carpetes para a sua singularidade. Que só têm um olho. Que só têm uma visão. Individual em permeio de palmas repetitivas e cantadas em glifos de argila admirados por reconhecedores e magicadores. Prevaricadores ou apenas precários riscadores de momentos que virão. Mais uma e outra vez.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Rambinos


pertvertidos, sambrinos e galdrinos. Cantantes, Passeantes, colunistas e valfrinos. Tomilhos e tomadas. Pegas e refractadas. Saiotes pagãos, pregos no desvão. Rambóia tramada, calcinada no chão.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Drawing close...


closer...

sábado, 16 de maio de 2009

Em braços

A pé, em troços e barcos afundos, sempre seguindo, sempre conseguindo chegar. Ligeiramente mais. Longe, de fora e de forma a percorrer os caminhos em botas novas. Que me tragam bolhas e boas novas. Que amaciem os braços de quem me segurará. Que alguém me segure, que lguém se disponha a conter-me. Que surja e sem medos de sujar os bolsos ou o avental, me segure e me leve em braços e em pernas que caminhem mais. longe.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

e se o vento

me soprar, levas-me tu? e se o tempo se soltar, agarras-me tu? E se a vista me falhar e as mão se desprenderam, esqueces-te de partes de mim? Elefantes, tremendos, estremunhados pelo acordar de um sonho destemido. Passos curtos de sorrisos trémulos pela brisa que percorre a linha das pernas e escorre pelo cimento fora. Se o vento parar, porque o vento também se cansa... continuas-me tu?

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Tournée talhantes

Esquartejada a concentração de espécies, de ideias formuladas a cem graus, disparadas por elevadores a tracção dupla, para ser servida à mesa de que apenas vem degustar. Trememdos, o imposto sobre tão tenro corpo. Devendo a resposta de tão jovem garganta. Perco a voz por vos recontar demasiadas vezes o fio. De mente. De carpideira pofissional que se deixou de gastar lágrimas em paredes sem reboco. Retronco. Gabronco. Padonco sem trompo nem chistena. São opções, são intrusõs e perseguições sobre quem há muito se apercebeu da parvidade de correr.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Ventos benditos esses

Que me levam ao de leve por entre as figueiras e os malmequeres, por entre bandeiras despregadas e fartas cabeleiras. São gedelhentos s ventos que me sopram em direções indeterminadas. Parti o leme, deixei de temer o percurso racional. São minhas as ideias, meus os dedos e meu o toque que o apazigua. São totos os caminhos de ar quente e fracas as esperanças de voltar. São todos os que me viram e outros tantos que surtiram o efeito de uma passagem... ao de leve.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

pó de estrela

que encontrei no canto do meu quarto, embora fosse outro que soltasse o respir.rar profundo, soturno e inquebrável. Já pouco me verga a coluna mais do que quando me esquivo e apanho os rolinhos de penas esquecidas de sob o colchão. Foram taciturnas as noite sem ervilhas, rotundos os sonhos e encaracolada a sugestão de algo que pudesse ser talvez mais, talvez porque já o fora, talvez porque ainda o queira ser.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Galgos feridos

Será da sede ou do frio ou da miséria ou da renitência, reticência efémera que assola o juízo previsto de uma mente sana...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Cantigas de Escárnio

Maldizendo os tremidos amigos escondidos à beira de um precipício gravitante, de uma força suplícia de novos sacrifícios e pestes imundas fecundas de meias ideias e palavras feitas para rebentar com a voz. Cantemos, pois então, irmãos do mesmo fraque, uma cantiga de absolvição.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ventos por Constança

vendo-os a preço rasto, seguido apenas pelo pó do chão que nos enche o pulmão e eriça a voz e desafina o pensamento intruso, obtuso, lindo na sua emergência de surgir, bradado, quebrado, reprovado e retorcido na sua insatisfatez, a sua pequenez de miar desajeitado escondido num peito travado a malha de t-shirt serigrafada.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Croque Magnon

terça-feira, 10 de março de 2009

Perspectivas torcidas

Deturpadas, alteradas e retorcidas. Sentas porque não se levantam, constipando o corpo que seduz uma fronte fria. Ventos para que vos quero, brisas frias de meu coração não me abandonem agora, nesta hora de meu maior calor. Rogo pelos momentos de lucidez que me fixam os pés ao chão. São tantos os tormentos de quem tem uma febre à espera no rodapé da ventoinha. Deuses do lar, confiem-me a vossa saúde.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Crónicas de Claras de Ovo III


o nascimento de uma nova personalidade no horizonte urbano...
é um turista? é um candeeiro ligado? é uma miragem no calor do asfalto?
descansem, comuns mortais... sou apenas eu...

domingo, 8 de março de 2009

Crónicas de Claras de Ovo II


A vida tem demasiadas consequências...

sábado, 7 de março de 2009

Crónicas de Claras de Ovo I

Lançando gorros ao vento...
...pequenos desvarios de quem está em companhia confiante...

... deslizando com o à vontade de quem aprendeu com gozo...


... e um remate ajantarado.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

guarda napes


Alturas cruzadas, caminhos descontínuos, pequenas paragens, entretanto, para não perder tempo. Perder ritmo, perder tino, paragens transitórias para não parar, nunca parar, parar por pouco, muito pouco, que no movimento é que está o ganho.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Jogos de cintura

Vêm desta garganta que afinei.. Surgem desta voz que lanço pela rua, baixinho. Fazem-se senhores sobres estas pernas que ensinei a andar. São deles os motivos, minhas as mãos que se calejam pelos andaimes de novos projectos. São todos os que conheço e todos os que conheci que me mostram novos terreiros por onde deixar correr a utopia. São meus os lances de escada onde abandono as noções perdidas. É no meu parapeito que vêm beber. E só porque deixo, só porque quero deixar, só para que eu também me veja crescer... sigo. Com um rasgo na cara e pele franzida. Para continuar, meus senhores, é para continuar.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Mariana Perry